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segunda-feira, 4 de junho de 2012

Promessa parada no tempo

Vendo a Série B, durante a segunda rodada, pude acompanhar um pouco de Goiás e Ceará e até gostei, um empate por 2x2, num jogo agradável, bem jogado entre dois times que vão brigar para subir no equilíbrio geral da segundona. Mas não vamos focar no jogo em si. Um personagem me chamou atenção e me fez refletir sobre a desvalorização de um jogador e como um clube pode perder uma oportunidade de ouro numa possível transação.

Rafael Tolói. Zagueiro com passagens pela seleção sub-20 e nunca saiu do Goiás, nunca. 5 anos no esmeraldino. Até 2009, Tolói era o grande valor do futebol brasileiro. Cobiçado por clubes europeus, brasileiros, que enfrentavam a barreira do Goiás e sua alta pedida fora dos padrões para um clube de mediana expressão no futebol nacional. O resultado foi a permanência do ainda jovem defensor. 21 anos de idade, e uns 3 jogados pela janela. O auge de Rafael já passou, dificilmente o Goiás conseguirá uma verba substancial na velha revelação. O simbolo maior foi o gol contra deplorável que fez no empate entre seu eterno time e o Ceará. Foi simbólico!

Sinceramente, acho que Rafael Tolói se estabeleceu como apenas um bom zagueiro, nada de fantástico como prometia aos 17, 18 anos. Não vejo futuro na europa, tampouco na seleção brasileira, haja vista os ótimos zagueiros brasileiros da atualidade - Thiago Silva e David Luiz. E agora? Como recuperar aquele dinheiro? Valeu a pena segurá-lo por tanto tempo? Parece que não! O Goiás perdeu uma injeção financeira que nunca terá de volta, pelo menos não com Tolói. Grandes clubes ainda pretendem o jogador, mas esbarram no Goiás e sua teimosia de mantê-lo no clube, dificultando a visibilidade do atleta e impossibilitando a remota chance de negociá-lo para um grande europeu.


No Brasil, mesmo com o avanço significativo da economia, ainda é salutar aos clubes a venda de jogadores ao futebol estrangeiro, não tem jeito. Até o Internacional, modelo de gestão por aqui, reconhece a importância de se fazer caixa com os talentos que surgem. Assim sendo, é questão de sensibilidade saber balancear e definir o que é mais vantajoso. Vender, ou aguardar valorização? Apostar demais no talento é perigoso. Mas vender rápido é deixar de ganhar mais dinheiro e perder força dentro de campo. É como especulação imobiliária.


Trouxe um exemplo da contra-mão do que é debatido por aí. "Os clubes brasileiros vendem muito rápido. Está errado" No caso do Tolói, me parece que seria o mais correto. Não podemos fechar um conceito geral de gestão e achar que o clube tem de esperar valorização e segurar a promessa. As vezes, o menino some. Se o clube esperar muito, corre um sério risco de não tirar dividendos das categorias de base. Não defendo a negociação desesperada. Defendo uma analise cirúrgica na hora de gerir um clube, para finalmente conhecermos as limitações e possibilidades de mercado de cada atleta, ou estimá-las. Nem todos são certezas como Neymar.

 

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Jóbson - Apenas mais uma vítima


Talento proporcional às polêmicas - este é Jóbson.

O nome de Jóbson voltou às manchetes esportivas, com sua ida ao Grêmio Barueri, clube ao qual ele já seria negociado em meados de 2011, caso não tivesse sido punido novamente pela Corte Arbitral do Esporte. Problemas com álcool, drogas e indisciplinas de modo geral marcam a carreira do talentoso atacante.

Jóbson é um garoto problema? Ou apenas um garoto gerado pelo problema? 


Não vejo o Jóbson como o vilão da história, o mau caráter, o que deva ser caçado e alijado, vejo sim como apenas mais um desses montes de jovens jogadores formados como máquinas pelas divisões de base, essas sim as vilãs, as que devem ser revolucionadas. Formar atletas é mais que formação técnica, tática, muscular, é também formação psicológica e moral. Um atleta é mais que um fenônemo físico e dominador daquilo que pratica, é um exemplo a ser seguido no que tange aos comportamentos dentro e fora de campo. Um ídolo é feito da aliança perfeita entre o talento e o caráter.

O esporte de alto rendimento chega ao ápice da auto-destruíção de sua mão-de-obra. Os despreparados meninos, sem nenhum apoio moral e psicológico, entram num mundo paralelo, advindo do poder e do dinheiro. Resultado é quase sempre o mesmo: Histórias deploráveis, como a de Jóbson. Entusiasta que sou, torço por ele, torço que ele faça uma subversão interna e consiga se livrar de seus problemas. Muitos não seguem essa linha de pensamento. Querem a exclusão. Como se isso resolvesse alguma coisa. O problema não é o Jóbson, nem o Ronaldinho, nem o Valdiran, nem os outros milhares que não conseguem atingir a linha, já mórbida no futebol, da correção. O problema advém, inicialmente, de uma pobreza abissal existente no Brasil. Posteriormente, já se tratando da formação de um atleta, o erro se encontra nas divisões de base, verdadeiras fábricas de competidores ensandecidos. Na verdade, meninos utilizados como mercadorias. E mercadoria não precisa de atenção, nem de orientação. Eu pelo menos nunca dei conselhos a um cacho de banana.

Lembrando que Jóbson foi suspenso duas vezes. Foi suspenso por dois anos, logo teve a redução de pena para 6 meses. Cumpriu. E aí, a Agência Mundial Antidoping revolta-se e consegue outra punição ao jogador. Mais 6 meses. Foi como se o pai resolvesse castigar seu filho por alguma travessura. Só que aí, duas semanas depois, esse pai decide que castigou pouco e resolve aplicar um outro castigo. O que houve Foi uma clara intervenção de uma entidade que nada tem a ver com o Brasil. A Agência Mundial Antidoping entende o que de consequências de desigualdade social? Por que uma entidade nascida suíça, presidida por um australiano, pode se meter aqui? Jamais aceitaria!  

Excluir o Jóbson, ou querer tal punição, é como matar uma barata todos os dias, e não chamar o detetizador. É dourar a pilula. É, por fim, não resolver, é não atacar o cerne, é fugir do problema e jogar a responsabilidade para um menino mal orientado, provavelmente mal alimentado, que vê, do nada, a chance de ter tudo que nunca teve, e claro se lambuza todo ao ser apresentado ao mel.

Que seu talento seja reconhecido no Barueri, Jóbson!

domingo, 20 de maio de 2012

VENCEU MAS NÃO CONVENCEU!


O Botafogo conseguiu importante vitória sobre o bom time do São Paulo hoje à tarde no Engenhão. O resultado não diz o que foi o jogo, a equipe jogou muito abaixo do que pode render e, na minha avaliação, foi mais uma derrota do São Paulo do que vitória alvinegra. O time fez um péssimo primeiro tempo, mas reagiu no segundo graças a Herrera. O argentino passa longe de ser um primor de técnica (eu mesmo o critico muito e várias vezes pedi sua saída do clube), porém é extremamente raçudo, tem personalidade e não foge do jogo. Mudou a equipe tornado-a vibrante depois de se comportar de forma apática no primeiro tempo.

O início não foi promissor, mas o resultado da tranqüilidade para a seqüência do campeonato, esse time tem qualidade e pode jogar mais do que isso!

Destaque positivo para Herrera obviamente, Fellype Gabriel (melhor do time no ano), Jadson (novamente entrou muito bem, muita personalidade, merece atuar mais) e Vitor Junior que estreou com gol e mesmo não fazendo uma partida brilhante, se dedicou, correu muito, buscou as jogadas e foi premiado.

Ainda é muito cedo, o time tem muito potencial para melhorar, mas o inicio não foi dos melhores.

Valeu pelos 3 pontos!

Abraço a todos!

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Redimindo os acusados


Sabe qual é o problema de vocês? É que não percebem que se mesmo com tira-teima é difícil - uma vez que temos dois divergentes - mais ainda é sem tira-teima. Um erro de milímetros não é culpa de bandeirinha; de metros sim. 



Seguem adiante os dois tira-teimas mostrados ontem pelos canais Fox Sports e Globo, respectivamente. Contudo, por mais que assim pareça até agora, não  irei fazer digressões pra falar que estava ou não impedido, não me sinto apto pra isso. Afinal, nem mesmo a tecnologia do tira-teima, antes indiscutível, um paradigma do futebol tecnológico contemporâneo, parece ter tido suas estruturas abaladas ontem. 

 Fox Sports



 Globo


Globo


Pois bem, aqui começa a redenção dos dois acusados: Globo e Bandeirinha.
Ao mesmo tempo deixo aqui uma pitadinha pra você: por que a Fox Sports não é acusada de ter errado, de ter feito de maneira intencional um julgamento errado do impedimento tal como acusam a Globo? Soa-me, e é ,  completamente arbitrário. 


Diz uma voz ao fundo: "Ah, porque a Globo na ditadura..."; outra, "Ah, porque a Globo no noticiário diz que...", e mais uma, "Ah, porque..." 

A pertinência dos argumentos que querem desmerecer a marcação da Globo de ontem em função do suposto passado - e mesmo presente - da mesma, porque teria ajudado, participado, omitido, contribuído com isso ou aquilo, ou porque transmitiu uma notícia dessa ou daquela maneira, não se sustentam de maneira coerente. 


Não existe notícia neutra, primeira coisa. A Globo não é neutra, claro, mas não é mérito dela; ninguém efetivamente é. Toda notícia é construída, todo argumento é pensado, lapidado, trabalhado. Bem vindo a vida. Todo mundo produz através de parâmetros, conceitos, enfim. (óóóó, sério? Serinho!) 

Mais uma coisa, sustentar que a Globo errou de propósito ontem porque na década tal fez isso ou aquilo é de um mal gosto profundo. Não estou querendo aqui fazer coraçãozinho pra emissora, fazer juras de amor. Longe de mim, não é isso. Não quero apagar o passado, nem o presente, de ninguém. Estou apenas afirmando que não faz sentido essa conexão esdrúxula de eventos que costumeiramente vemos por aí.

Afirmar que a Globo errou de propósito porque, simplesmente, é de sua natureza, é difícil de se sustentar. É um pensamento que não se assenta em lógica alguma. Pois bem, deixemos a emissora de lado, porque minha defesa se limita somente, e tão somente, ao fato dela não ter errado propositadamente no lance do impedimento de ontem. Defendo apenas isso. 



Agora vamos ao que interessa, até porque esse não é o centro do meu texto, ainda que eu tenha até me estendido nesse ponto. O foco disso aqui, leitor amigo, é redimir o pobre do Bandeirinha.


Veja bem, se com maquinário não está claro, se mesmo dessa maneira é impossível definir com precisão o impedimento, que dirá com olho humano de bandeirinha, que pode, e vai, errar muitas vezes - ainda que não tenha sido precisamente o caso de ontem, como disse, não sei julgar se estava ou não. Entretanto, sendo impedimento ou não discordo, em qualquer das duas situações, que seja erro do assistente. Não se assuste, parece não ter sentido algum. Explico-me com você, muito embora não exija que concorde comigo. 


Pois bem, concebo que errar por milímetros não pode ser imputado como falha ou mal caratismo. 
Se erro é normal em qualquer esporte, condenemos só os bisonhos, não aqueles que nem tecnologia define com precisão (até porque ela depende do operador). 


Sem ladainhas.

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MOMENTO TOSCO

1. Vejam esse lance que rola na internet. 





Discutir se o gol foi legal ou não tudo bem. Mas essa imagem da linha vermelha que colocaram é ridícula. Olha a reta que ela traça. Não é paralela a linha de fundo, mas nem forçando. Não adianta pegar uma reta e traçar não. Tem que ver a angulação da câmera pra traçar uma reta paralela a linha de fundo. Eu, tosco em matemática, percebo isso.
Ela afunila, olhem como ela está em baixo e como termina quase no escanteio. Não é simplesmente traçando uma reta qualquer que vá de lado a outro que é possível fazer isso, tem angulação. Fazendo o favor, não precisa ser Doutorado em matemática pra sacar esse princípio básico. Além disso, a foto está TODA TRABALHADA NO PHOTOSHOP.  




Falando com um amigo ao facebook ele me disse o seguinte:
"Pedro Sant'Angelo E o pior, a montagem foi feita por um Flamenguista para zoar o Vasco com ironia. Mas eles não entenderam e saíram comparilhando a foto... hauhauhauhuhau"




   
2. Quanto ao Flamengo.

Por favor, não paguem de ridículos, não sem aviso, ao menos. 

Por que estão metendo o nome do Flamengo no jogo de ontem? Já li que A Globo teria manipulado as imagens pra alegrar ou favorecer a torcida do Flamengo. Caraca, o que tem o Flamengo a ver com isso? Deixa a gente quieto na novela de horário nobre. Fazendo o favor! 






terça-feira, 15 de maio de 2012

Vale quanto pesa?

Acabou o carioca. Os tricolores acusaram o recebimento e fecharam a conta. 

Maravilha, trigésimo primeiro título carioca do clube. Tricolores alegres - legitimamente - e a corriqueira troça toma conta das ruas. Ainda bem, sem gracinha não tem futebol. Toda piadinha repetida quanto ao Tufão é bem vinda.
"Flamengo de férias" dizem os amigos. E que bom que dizem, que bom. Viva a isso. Viva aos clássicos na reta final. Mas VIVA só a isso mesmo. Para por aí, fazendo o favor.

A verdade é que todo o charme da reta final do carioca não justifica tão longo campeonato. O carioca não vale quanto pesa nas nossas costas, nos nossos bolsos, nem aos nossos olhos. Pagamos milhares de minutos funestos para algumas centenas de minutos corridos, aguerridos, sofridos e divertidos de futebol.

O que fazer? Ora, a resposta está no senso comum: "ACABEM COM O CARIOCA, CHEGA!"
Admito, por vezes penso assim. Mas depois paro a refletir. No meio do pensamento percebo que acompanhamos alguns campeonatos do estrangeiro que não são muito mais imprevisíveis que o nosso. Espanhol, Italiano, Inglês. Quem diz que não sabe quem deve vencer mente. Raramente muda alguma coisa. É a mesma patotinha de sempre.

Pensemos bem, que campeonato desses tem 4 grandes batendo de frente? Acho que nenhum, só não falo com certeza por causa da Inglaterra que ainda tem mais potências. Voltando ao Rio de Janeiro, endosso o já dito, temos 4 grandes times. Pasmem os senhores, 4. Não é pouca coisa. Pra uma mesma cidade, isso é um feito e tanto.

O caminho então é manter o Carioca, mas dar aos pequenos a chance de jogar nos seus estádios, ajudar na reformulação dos próprios, facilitar a compra de ingressos (questão mais de preço do que de fila, acredite), enfim, fazer desse campeonato algo de mais importante.

Segue o raciocínio. Se vemos um campeonato onde apenas duas equipes disputam o título, porque não ver um onde 4 ou mais o fazem igualmente? E mais, o nosso Carioca, se bem ajustadinho, é mais difícil que um campeonato nacional de alguns países. Falo, aliás, sem medo de errar.

Parabéns ao Flu, mereceu. O único revés é que o campeonato podia valer mais. Acho que ele não se dá o valor. Por hora, não vale quanto pesa sobre 3 meses da nossa existência futebolística.



ps: Estava com saudades disso aqui, sou feliz nesse blog. 



segunda-feira, 14 de maio de 2012

Trinta e um

O Fluminense fez o dever de casa e venceu o Internacional na quinta-feira, passou para as quartas-de-final da Libertadores e enfrentará o Boca, novamente. Ou seja, o que mais me preocupava essa semana foi cumprido e a Libertadores continua para o Tricolor.

E então eu venho aqui falar sobre o título desse domingo, que foi ganho no domingo passado. É o 31° título carioca do Fluminense que cada vez mais se aproxima da retomada da hegemonia no estado. Enfim, não vou falar sobre o jogo, só quero fazer um agradecimento, peço licença a minha mãe que amo tanto (e maior fã dos meus textos nesse blog) nesse finzinho de dia das mães, para dizer o quanto eu sou grato ao meu pai por ter me passado essa genética tricolor.Em 2012, centenário do profeta Tricolor Nélson Rodrigues, eu não vou falar sobre a inFLUência de Gravatinha nesse título, só vou repetir: Obrigado, pai. Obrigado por me ajudar nessa escolha e ser Tricolor.

Saudações Tricolores, mais uma vez campeão Carioca e focado na conquista da América.

domingo, 6 de maio de 2012

2 MINUTOS, 2 LANCES E COMO COLOCAR (QUASE) TUDO A PERDER


O Fluminense saiu na frente nesta final do carioca. Aliás, saiu muito na frente. Construiu uma vitória sólida e tem grande vantagem para a segunda partida.

4x1 não é um resultado típico de uma final, quais os fatores determinantes para este resultado? Os dois fatores aconteceram aos 11 e 12 do segundo tempo.

A expulsão mais do que prevista de Lucas e o gol de Rafael Sóbis deixaram Botafogo (principalmente) e o Fluminense diante de um dilema. Ao alvinegro cabia escolher entre buscar o empate com um a menos ou segurar o 2x1 levando para o segundo jogo a diferença mínima, ao Fluminense cabia a decisão de se lançar de vez ao ataque e tentar acabar com a final ali mesmo. O Flu tomou a decisão certa, o Botafogo a errada. Tentou sair com 1 a menos e deixou muito espaço para os jogadores de meio de campo. Deco era o melhor em campo passou a jogar com mais liberdade e ainda melhor, Thiago Neves que se dedicava muito na marcação passou a ter espaço para pensar e organizar as jogadas e o sistema defensivo do Botafogo ficou muito exposto.

Conforme disse no post anterior meu amigo Pedro, “se” não entra em jogo, mas é provável que o Fluminense não conseguisse conquistar uma vitória tão grande se o Botafogo se fechasse na defesa quando teve Lucas expulso e tomou o segundo gol.

O Flu jogava melhor, mas não criava tantas jogadas, elas só saíram com facilidade depois que o Botafogo se lançou ao ataque de forma desorganizada, dando grande espaço para o contra ataque tricolor.

O acerto do Flu na estratégia e o erro do Botafogo decidiram a grande vantagem tricolor. Ao sofre 2 baques em 2 minutos (expulsão e segundo gol tricolor) o Bota deveria se fechar e deixar o tempo correr, tentou atacar deu espaço para os meias tricolores e pagou o preço.

O Flu esta com a mão na taça cabe ao Botafogo agora não se abater por que o jogo de quarta- feira é muito importante.

No momento chave do jogo o time tomou a decisão errada e pagou o preço!

Porém, torcer na vitória e no momento bom é fácil, difícil é torcer na adversidade, quando o time mais precisa.

Diante disto estarei no Engenhão no dia 13/05 às 16h pronto para assistir mais uma partida do glorioso, sabendo que a missão é quase impossível, mas torcedor de verdade tem que torcer seja no bom ou no mau momento.

Agora vale aquela faixa que a torcida levou em todos os jogos do carioca de 1989:

“CAMPEÃO OU NÃO ÉS ETERNA PAIXÃO”

Até quarta e boa noite a todos!!